Ranking Nacional do futebol feminino, ativações em arenas e mais
- Agência Heatmap

- 12 de dez. de 2025
- 5 min de leitura
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Hoje, você confere os detalhes do novo Ranking Nacional de Clubes e de Federações do futebol feminino, a coluna semanal de Rene Salviano, CEO da heatmap, para o Poder 360 e mais!
Boa leitura!
CBF divulga Ranking Nacional de Clubes e de Federações do futebol feminino para 2026

A CBF divulgou na última semana o Ranking Nacional de Clubes e de Federações do futebol feminino para 2026. O documento considera a participação do clube em competições realizadas nos últimos cinco anos. Além do ranqueamento, a Convenção de Pontos, arquivo que orienta a elaboração do ranking, também foi apresentada.
O Corinthians ocupa o primeiro lugar da classificação, somando 14000 pontos. Foram consideradas as séries A1, A2 e A3 do Campeonato Brasileiro, além da Copa do Brasil Feminina, torneio que depois de nove anos voltou a ser disputado na temporada 2025.
Para cada um das cinco temporadas consideradas, da mais recente, são atribuídos pesos para a pontuação. Outro critério estabelecido pela CBF é que a pontuação máxima de cada divisão do Brasileiro representa o dobro da pontuação da divisão seguinte.
Com mais de 50000 pontos de diferença em relação ao segundo colocado, a Federação Paulista de Futebol (FPF) lidera o ranking de federações com 78150 pontos.
Ativações em arenas refletem a evolução do marketing esportivo no Brasil

Em sua coluna para o Poder360, Rene Salviano, especialista em marketing esportivo e CEO da heatmap, destacou como as ativações em arenas têm refletido a evolução do marketing esportivo no Brasil. Segundo ele, um dos cases mais recentes que ilustram esse movimento é o acordo firmado entre Sicoob e Mineirão, intermediado pela heatmap.
Salviano ressaltou que, no patrocínio esportivo brasileiro, há uma variedade de oportunidades capazes de alinhar orçamentos e propósitos das marcas. Ele observa que arenas e estádios vêm se tornando plataformas cada vez mais sofisticadas, com novas propriedades comerciais estabelecidas a partir de setores, acessos, lounges, bares temáticos e espaços de experiência.
O CEO destacou que o caso do Sicoob no Mineirão sintetiza bem essa tendência. Na última semana, a cooperativa avançou ao nomear o antigo setor vermelho do estádio. Para Salviano, a iniciativa representa uma mudança de patamar, em que a marca passa a integrar a jornada de quem frequenta o estádio.
O setor foi customizado na cor turquesa, alinhando visualmente o espaço à identidade da cooperativa. Na estreia da parceria, no jogo entre Cruzeiro e Botafogo, o público foi recebido com uma série de ativações: batecos distribuídos aos torcedores, copos personalizados, presença do ídolo Dirceu Lopes para fotos, interação do mascote Giga e música ao vivo no pré-jogo e no intervalo.
Ao final, o executivo reforçou que essas iniciativas mostram como o mercado está mais criativo e sofisticado. Ele pontua que cabe a profissionais e marcas identificar oportunidades, propor soluções coerentes e manter relações transparentes entre patrocinadores e propriedades, algo que defende ao longo de mais de 20 anos de atuação na área.
Manchester City e ReManchester City e Real Madrid são os clubes que mais arrecadam com patrocínio máster no mundo

Um estudo produzido pela consultoria esportiva Spobis, Manchester City e Real Madrid são os clubes que mais arrecadam com patrocínio máster em todo o mundo. Considerado os times mais ricos do planeta, os ingleses recebem 75 milhões de euros por ano da Etihad Airways, já os madrilenhos, 70 milhões de euros da Emirates.
Os números se mostram ainda mais relevantes quando são considerados todos os patrocínios de uniformes. Nesse critério, o Real Madrid leva a melhor, chegando a 260 milhões de euros por ano, enquanto o City fatura 212 milhões de euros durante o mesmo período.
“Não apenas valores, mas as marcas que patrocinam possuem interesse direto nos locais que possam aparecer e as comunidades que podem atingir. Quando tivermos nossos jogos transmitidos para todo mundo como o caso da Premier League, por exemplo, com certeza aumentaremos as cifras assim como teremos um maior número de marcas globais ocupando esses espaços”, comentou Rene Salviano, CEO da heatmap e especialista em patrocínios e ativações de marketing esportivo.
Um relatório da Football Benchmark, divulgado neste ano, confirmou que o Real Madrid é o clube mais valioso do mundo, avaliado em 5,22 bilhões de libras. Na lista, o Manchester City vem logo atrás, avaliado em 4,24 bilhões de libras.
Flamengo é o clube mais valioso do Brasil

O Flamengo encerra 2025 no topo do futebol brasileiro quando o assunto é valor de mercado. De acordo com o levantamento divulgado neste mês pela Sports Value, o clube alcançou um valuation de R$ 5,1 bilhões e se torna o primeiro do país a superar a marca dos R$ 5 bilhões. A temporada vitoriosa, com títulos da Libertadores e do Campeonato Brasileiro, reforça essa evolução.
O relatório também mostra que o conjunto dos 30 clubes mais valiosos do Brasil chegou a R$ 47,4 bilhões em 2025, um avanço de 15% em relação ao ano anterior, quando o total era de R$ 41,3 bilhões.
A disputa no topo segue acirrada. A diferença entre Flamengo e Palmeiras diminuiu: passou de R$ 923 milhões em 2024 para R$ 701 milhões em 2025. Outro destaque é o crescimento do Botafogo, que registrou uma evolução significativa, saltando de R$ 1,875 bilhão para R$ 3 bilhões no novo levantamento.
Outfield e Dibradoras lançam o Relatório Futebol Feminino 2025

Outfield e Dibradoras apresentaram, na última quarta-feira (10), um novo panorama do futebol feminino brasileiro com o lançamento do Relatório Futebol Feminino. O projeto conta com apoio do Guaraná Antarctica.
O levantamento utiliza dados oficiais, entrevistas com dirigentes e indicadores de mercado. A análise cobre os clubes da Série A1 de 2025 e inclui também Santos, Atlético-MG, Avaí e Botafogo. A publicação aborda temas como mercado e monetização, gestão e estrutura dos clubes, base e formação de atletas, além de apresentar tendências para o ciclo de 2025 a 2027.
O estudo detalha como os departamentos femininos estão estruturados, qual o nível de autonomia nas tomadas de decisão, como são as condições de infraestrutura, quais os custos envolvidos na realização das partidas e de que forma os clubes conseguem gerar receita.
Este é apenas o primeiro volume da série. A proposta é atualizar o estudo de forma recorrente, com edições trimestrais que aprofundem aspectos como categorias de base, receitas comerciais, matchday, transferências e comportamento do consumidor no futebol feminino.





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