Fortalecimento do mercado comercial da CBF, o que as marcas podem falar durante a Copa e mais
- repositorioheatmap
- 2 de jun.
- 3 min de leitura

É sexta-feira!
Está no ar a edição 154 da heatmap CONECTA, a newsletter que traz, toda semana, os últimos destaques do mercado do esporte e entretenimento.
Hoje (03), você confere como Carlo Ancelotti e a nova gestão da CBF têm impulsionado o mercado comercial da entidade, os cuidados que o mercado de marketing esportivo deve ter ao falar de marcas e propriedades oficiais da FIFA durante a Copa do Mundo e mais!
Boa leitura!
O fortalecimento comercial da CBF

É inegável o crescimento no número de acordos comerciais firmados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nos últimos meses. Marcas como Uber, com intermediação da heatmap, Volkswagen, iFood e Sadia passaram a integrar o portfólio de parceiros da entidade, contribuindo para elevar a receita anual a mais de R$ 170 milhões. O Google foi a empresa mais recente a anunciar parceria com a entidade.
De acordo com reportagens publicadas por veículos como Marca e Diario Más, especialistas do mercado de marketing esportivo apontam que a chegada de Carlo Ancelotti ao comando da Seleção Brasileira e o início de uma nova gestão da CBF fortaleceram o mercado comercial da entidade.
Rene Salviano, CEO da heatmap e especialista em marketing esportivo, afirma que “as notícias positivas da atual gestão trazem credibilidade”. Além disso, a presença de um treinador com histórico vencedor, como Ancelotti, funciona como um ímã e contribui para o processo de reconstrução da organização.
Fontes: Marca, Diario Más e Lance!
Cautela para falar de Copa do Mundo

Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026 Rene Salviano, CEO da heatmap e especialista em marketing esportivo, em sua coluna para o Poder360, destaca a importância da cautela por parte de profissionais de esporte e comunicação ao utilizarem marcas e propriedades da Fifa.
De acordo com Salviano, as diretrizes da entidade para o torneio vão além do uso literal de nomes e logotipos oficiais, como ocorre quando marcas não autorizadas utilizam indevidamente esses ativos. As regras também englobam adaptações, variações visuais e qualquer elemento que possa sugerir uma associação não oficial com a competição.
O especialista explica que as restrições alcançam práticas comuns como campanhas comerciais, promoções com ingressos, uso do calendário oficial, contagens regressivas, ambientações temáticas, merchandising, transmissões públicas e ativações nos arredores dos estádios. No conteúdo editorial, há espaço para a cobertura jornalística, mas qualquer finalidade comercial exige maior cuidado.
Rene reforça que, antes de colocar qualquer ação no ar relacionada ao torneio, é fundamental avaliar se pode estar ultrapassando limites estabelecidos pela Fifa.
Fonte: Poder360
LEGO lança coleção especial para a Copa do Mundo de 2026

A LEGO lançou na última quinta-feira (02), uma coleção especial para a Copa do Mundo de 2026. O comercial de divulgação contou com a participação de Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Kylian Mbappé e Vinícius Júnior, que foram representados como minifiguras.
Os conjuntos foram criados para valorizar momentos emblemáticos, traços marcantes e elementos visuais ligados à trajetória de cada jogador, além de trazer detalhes que instigam a interação dos fãs.
Cada kit, além das minifiguras, também é estruturado com bases personalizadas em formato de letras, que remetem aos nomes dos atletas, com cores de suas respectivas seleções e números de camisa.
Fonte: MKT Esportivo
Venda de atletas impulsiona receitas de Palmeiras e Flamengo em 2025

Palmeiras e Flamengo se destacaram no futebol brasileiro em 2025 pelo desempenho financeiro com a venda de atletas. Os dois clubes voltaram a mostrar a força das negociações no mercado como uma das principais fontes de receita do setor.
O Palmeiras registrou R$ 653,2 milhões em receita bruta com transferências de jogadores ao longo do ano. Mesmo após os descontos, o valor líquido permaneceu elevado, em R$ 602,2 milhões.
Já o Flamengo alcançou R$ 2 bilhões em arrecadação total em 2025. Desse montante, R$ 519 milhões vieram da venda de atletas, o equivalente a cerca de 40% da receita anual.
Fonte: ge e MKT Esportivo
Uber fecha acordo de naming rights com o Uberlândia

O Uberlândia firmou um acordo com a Uber que concede à empresa os naming rights do clube. Com a parceria, a marca passa a ser incorporada oficialmente ao nome do time, que adota o “UberLÂNDIA”.
A mudança mantém a identidade histórica do time, ao mesmo tempo em que cria uma conexão direta entre marca e propriedade esportiva.
O contrato é válido para a temporada 2026 e marca o início de uma nova fase para o clube. A aplicação do novo naming já acontece neste sábado (04), na estreia da equipe na Série D do Campeonato Brasileiro.
Fonte: O Tempo e MKT Esportivo



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